As grandes empresas petrolíferas se mostram preocupadas com as mudanças climáticas e os desafios relacionados à energia, mas nunca levaram muito a sério os biocombustíveis.
Agora elas estão precisando fazer contas sobre o aumento da oferta de álcool para decidir se realizam ou não investimentos. De acordo com declaração de Guy Caruso, chefe da Energy Information Administration (EIA), órgão subordinado ao Departamento de Energia dos Estados Unidos, muitas petrolíferas estão receosas em investir na ampliação da capacidade das refinarias por dois motivos, como mostra esta reportagem (em inglês) da Reuters.
O primeiro é o aumento descomunal da oferta de etanol previsto para os próximos anos. O segundo é o aumento no custo dos investimentos, devido, principalmente, ao preço do aço e da mão-de-obra. Segundo Caruso declarou a Reuters, o custo do investimento dobrou nos últimos dois anos.
Com isso a previsão de aumento da capacidade de refino para 2012 caiu de 1,5 milhão de barris por dia há um ano, para 1 milhão de barris/dia atualmente.
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