Biocomb


Economist critica biocomb na Europa by squizato

A revista britânica The Economist traz reportagem em sua mais recente edição na qual informa que a agência ambiental da União Européia irá propor que o uso da bioeletricidade em detrimento dos biocombustíveis automotivos.

O argumento do órgão ambiental é que os biocombustíveis produzidos no Velho Continente apresentam poucas ou até mesmo nenhuma vantagem sobre os combustíveis fósseis. Seria o caso do etanol feito a partir do trigo, ou de lavouras que necessitam de muitos fertilizantes e defensivos produzidos a partir do gás natural.

O texto argumenta que os biocomb produzidos em países “pobres mas ensolarados” são mais competitivos devido à maior produtividade agrícola, inclusive criticando a tarifa européia para o etanol brasileiro. Contudo, o texto também cita relatório holandês que revelou que a drenagem de pântanos na Indonésia para cultivo de palma, resultou nesses casos em 33 toneladas de dióxido de carbono para cada tonelada de óleo produzido.

A íntegra da reportagem, em inglês, pode ser lida, clicando aqui

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