Biocomb


Em breve no Brasil by agreco
8/janeiro/2008, 10:38 pm
Filed under: Agricultura, Economia, Geral, Internacional, Tecnologia | Tags: , ,

A empresa de tecnologia americana Amyris deve aterrisar em breve no Brasil.

Um dos objetivos da companhia é desenvolver biocombustíveis com mais energia por massa, a menor custo e menos poluente do que o álcool. Para isso, ela investe em biologia sintética. Outra linha de pesquisa busca desenvolver um substituto para o diesel que também seja produzido a menor custo e em escala muito maior do que o biodiesel feito a partir de óleos vegetais.

Nao por acaso, a matéria-prima para essas maravilhas são as atualmente mesmas usadas para fazer o etanol. Mais do que isso, a produção poderá usar as mesmas usinas de hoje em dia.

Não à toa também a revista Scientific American deu à Amyris como “Business Leader of the Year” de 2007.



Hidrocarbonetos renováveis by squizato
6/junho/2007, 10:59 am
Filed under: Biodiesel, Etanol, Geral, Internacional, Tecnologia

Do ponto de vista do conteúdo energético, o etanol está longe de ser o ideal. É com base nesta premissa – e também nas demais que tornam os biocombustíveis atraentes – que diversas empresas dos Estados Unidos estão desenvolvendo novas tecnologias para combustíveis líquidos. Em comum, todos estão de olho nas metas ambiciosas de substituição dos combustíveis fósseis.

Uma dessas empresas é a Amyris. Um dos objetivos da empresa é desenvolver biocombustíveis que contenham mais energia por massa, a menor custo e menos poluente do que o álcool. Para isso ela investe em biologia sintética. Outra linha de pesquisa procura desenvolver um substituto para o diesel que também seja produzido a menor custo e em escala muito maior do que o biodiesel feito a partir de óleos vegetais.

Curiosamente, a matéria-prima para essas maravilhas são as atualmente mesmas usadas para fazer o etanol. Mais do que isso, a produção poderá usar as mesmas usinas de hoje em dia.

Já a LS9 vai na mesma linha da biologia sintética, mas com uma abordagem um pouco mais agressiva. A empresa registrou como marca Renewable Petroleum (TM) feita a partir de micróbios que produzam hidrocarbonetos.

Essas idéias podem parecer malucas, mas por trás de cada uma delas tem gente grande. Um dos investidores comuns das duas empresas é a Khosla Ventures. A LS9 também conta com investimentos da Flagship Ventures. Já a Amyris recebeu recursos da Kleiner Perkins Caufield & Byers e do Texas Pacific Group Ventures.

Como é de se supor, investidor deste naipe não coloca dinheiro bom em gente sem experiência. A bancada de teste da Amyris é supervisionada por sete Ph.D, a maioria da Universidade de Berkeley, mas também tem pesquisador do Caltech e de outras universidades. Na LS9, a dupla que comanda os experimentos é formada por um professor da Universidade de Stanford e diretor do Instituição Carnegie, Chris Somerville, e pelo diretor do Centro de GTL (genome to life) do Departamento de Energia do Estados Unidos em MIT-Harvard.

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Sopa iônica para fazer etanol celulósico by squizato
5/junho/2007, 9:24 am
Filed under: Clipping, Etanol, Geral, Tecnologia

O jornal japonês Nikkei publicou reportagem informando que cientistas da Universidade de Tokyo descobriram uma nova forma de quebrar as moléculas de lignocelulose para produzir etanol a partir desta matéria-prima.

Segundo a reportagem, a técnica consiste em dissolver a celulose em uma sopa iônica. Após este procedimento adiciona-se água para recuperar a parte útil.

A experiência japonesa se soma a outras que procuram novas formas de facilitar a quebra das moléculas, atualmente o maior desafio para tornar o etanol celulósico competitivo com os métodos de produção atuais e possibilitar o uso de uma grande variedade de matérias-primas.

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Embrapa Semi-Árido estuda pinhão manso by squizato
16/maio/2007, 10:03 am
Filed under: Agricultura, Biodiesel, Geral, Tecnologia

A Embrapa Semi-Árido está estudando as características do pinhão manso tanto para a produção de biocombustíveis, quanto para o uso das folhas da planta como forrageira.

O objetivo é avaliar a possibilidade de introduzir a espécie na agricultura familiar do semi-árido. Embora os resultados iniciais sejam animadores, muitos estudos ainda precisam ser feitos para iniciar o cultivo em escala do pinhão manso, uma vez que informações sobre produtividade, manejo de pragas e doenças, podas e espaçamento são escassas na literatura técnica-científica.

Atualmente, a planta não é indicada como forrageira pois apresenta princípios tóxicos, que ainda não foram devidamente estudados sob as condições brasileiras. Entre esses destacam-se elementos cancerígenos, anti-tripicínicos, alergênicos e tóxicos (curcina). apesar disso, os estudos indicam que as folhas da planta talvez possam ser usada após a secagem ao sol, pois apresentam condiçòes de médias e boas forrageiras. Quando verdes, a alta acidez das folhas faz com que os animais recusem o alimento.

Os testes experimentais da Embrapa Semi-Árido indicaram um produtividade de 1.000 quilos de sementes por hectare em área irrigada semanalmente, enquanto nas áreas de sequeiro foram obtidos 250 quilos de sementes por hectare.

A unidade da Embrapa também estuda como eliminar a toxidade da torta e do farelo obtidos a partir do esmagamento das sementes. Outra linha de pesquisa procura avaliar o desempenho do pinhão manso (Jatropha Curcas L) em enxertia sobre plantas de pinhão bravo (Jatropha molíssima Muell Arg.) que brotam espontaneamente em áreas degradadas da caatinga.
 

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Milho transgênico transforma celulose em açúcar by squizato
16/maio/2007, 8:45 am
Filed under: Agricultura, Economia, Etanol, Geral, Internacional, Meio ambiente, Tecnologia

A pesquisadoa Mariam Sticklen, da Universidade de Michigan (EUA), desenvolveu uma variedade de milho geneticamente modificado que é capaz de produzir enzimas para transformar a lignocelulose de de suas folhas e talos em açúcar. Isso facilitaria muito o desafio de produzir etanol celulósico a um custo competitivo.

Segundo reportagem da Technology Review, publicada pelo MIT, esta variedade de milho foi desenvolvida para produzir o mesmo tipo de enzima que micróbios usam para transformar a celulose em açúcares. Para que a planta não comece a tranformar a celulose de suas folhas em açúcar durante o crescimento, a pesquisadora fez com que as enzimas só sejam produzidas quando a temperatura da planta fique acima de 50 ºC.

Segundo Sticklen, a nova tecnologia seria capaz de reduzir o custo de produção do etanol celulósico entre US$ 0,30 e US$ 0,50. Embora extremamente promissora, ainda será necessário avaliar os riscos ambientais da nova variedade, como ressaltou à Technology Review o gerente do Laboratório Nacional de Energias Renováveis (NREL, na sigla em inglês), James McMillan.

Um dos possíveis riscos ambientais seria a alteração de ecossistemas. Caso partes das plantas geneticamente modificadas sejam deixadas sobre o solo após a colheita, isso poderia alterar o ecossistemas por disponibilizar açúcar mais rapidamente do que o usual para os microorganismos que vivem na terra.

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Britânica D1 tem 156 mil hectares de pinhão manso by squizato
4/maio/2007, 12:22 pm
Filed under: Biodiesel, Economia, Geral, Internacional, Tecnologia

A produtora britânica de biodiesel D1 Oils PLC anunciou recentemente que chegou ao final de março com 156 mil hectares cultivados de pinhão manso (jatropha curcas). Deste total, apenas 3,6 mil hectares são próprios sendo o restante dividido em arrendamentos 78,5 mil hectares e contratos de fornecimento de mudas e compra da produção, com 74,5 mil hectares. As plantações estào divididas entre a África (41 mil hectares), Índia (46 mil hectares e Sudeste Asiático, incluindo a China, (69 mil hectares).

No primeiro trimestre do ano, a empresa também colocou em funcionamento sua quinta unidade de refino na planta localizada em Teeside. Com isso a capacidade atual de produção da empresa é de 42 mil toneladas de biodiesel por ano.

Segundo o comunicado da empresa, a D1 conta com 200 variedades de pinhão manso obtidas em diferentes países e continentes que renderam o cultivar denominado E1, que em condições apropriadas rende 2,7 mil litros de óleo por hectare.



A estratégia da DuPont para os biocombustíveis by squizato
3/maio/2007, 3:38 pm
Filed under: Agricultura, Etanol, Geral, Internacional, Tecnologia

O vice-presidente e gerente geral de biocombustíveis da DuPont, John Ranieri, mostrou ontem a investidores a estratégia da empresas para este mercado.

Ranieri ressaltou que embora o petróleo continue a ser a principal fonte de energia, a demanda em alta, principalmente na China e na Índia, cria um espaço crescente para as alternativas baseadas em insumos agrícolas.

A empresa defende a chamada Integrated Corn Based Biorefinery (ICBR) para converter material celulósico em biocombustíveis e outros produtos renováveis. Segundo Ranieri, “a integração na conversão de biomassa em combustíveis é necessária para alcançar o desempenho econômico necessário para ser competitivo”.

Segundo o executivo, esta estratégia está dividida em três partes:
::Melhorar a produçào existente de etanol pelo melhoramento de sementes e agroquímicos de proteção das lavouras;
::Desenvolver e suprir novas tecnologias para conversão de celulose em biocombustíveis; e
::Desenvolver e suprir o mercado com a nova geração de biocombustíveis com desempenho melhorado.

Neste sentido a empresa está focada em três áreas específicas: sistemas de colheita de matéria-prima, pré-tratamento com custo competitivo e otimização do processo de fermentação para garantir boa produtividade e baixo custo.

A DuPont também é parceira da BP no desenvolvimento do biobutanol. Um combustível renovável que, segundo as duas empresas, apresenta qualidades semelhantes às da gasolina e por isso leav vantagem sobre o etanol, sobretudo nos sistemas de distribuição. Ontem, Ranieri afirmou que os testes em veículos estão apresentando resultados “excepcionalmente bons em veículos”.

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